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Estudo Químico e Avaliação Biológica ee Lantana camara L. e Lantana montevidensis Briq. (VERBENACEAE)

File Name:
dissertao erlanio.pdf
File Size:2.00 MB
Date:26. Setembro 2018

Ano: 2010

Orientando(a): Erlânio Oliveira de Sousa

Orientador: Prof. Dr. José Galberto Martins da Costa

Co-Orientador: Prof. Dr. Henrique Douglas Melo Coutinho

Resumo: As espécies Lantana camara L. e Lantana montevidensis Briq. (Verbenaceae) são utilizadas no Brasil principalmente para tratar reumatismo e problemas relacionados às vias aéreas. A presente dissertação relata o estudo químico, e as atividades antibacterianas e moduladoras dos óleos essenciais e extratos etanólicos das folhas e raízes de L. camara e L. montevidensis e, antioxidantes dos extratos etanólicos. Os óleos essenciais foram extraídos das folhas frescas por hidrodestilação e os constituintes químicos identificados por CG/EM, destacando-se como majoritário o biciclogermacreno (19,42%), isocariofileno (16,70%), valeceno (12,94%) e germacreno D (12,34%), para L. camara e o β-cariofileno (31,50%), germacreno D (27,54%) e biciclogermacreno (13,3%), para L. montevidensis. Os extratos brutos etanólicos foram obtidos das folhas frescas e raízes por extração exaustiva a frio e submetidos a análises fitoquímicas, observando a presença de classes de metabólitos como taninos, flavonóides, saponinas, alcalóides e triterpenóides. Os óleos e os extratos foram avaliados para a atividade antibacteriana isoladamente e em interação direta e indireta com antibióticos aminoglicosídeos, por microdiluição e contato gasoso. Linhagens de bactérias padrão e multirresistentes Gram-positivas e Gram-negativas foram utilizadas. Os resultados da atividade antibacteriana mostraram que ambos os óleos foram mais efetivos frente à Proteus vulgaris ATCC 13135 (CIM 64 μg/mL) para L. camara e (CIM 128 μg/mL) para L. montevidensis. Para os extratos, a atividade mais relevante foi apresentada pelo o extrato das folhas de L. montevidensis frente à Pseudomonas aeruginosa ATCC 15442 (CIM 8 μg/mL) e Escherichia coli Ec 27 (CIM 16 μg/mL). Na atividade moduladora por microdiluição, os óleos reforçaram mais significantemente a atividade da amicacina frente à E. coli Ec 27, (CIM 1250 redução para 5 μg/mL). O reforçou mais significante para os extratos foi observado pelo das raízes de L. camara na atividade da amicacina e neomicina frente à E. coli Ec 27 (CIM 625 redução para 5 μg/mL) e S. aureus Sa 358 (CIM 1250 redução para 78 μg/mL). Por contato gasoso, a atividade da amicacina foi reforçada em 102% pelo óleo de L. montevidensis frente à P. aeruginosa ATCC 15442. Nos testes antioxidantes in vitro por seqüestro do radical livre estável DPPH, observou-se que todos os extratos apresentaram atividade antioxidante, sendo o extrato das folhas de L. camara o que apresentou uma maior atividade (CE50 25,00±0,20 μg/mL). Esses dados são promissores e indicam que essas espécies possuem relevantes atividades antioxidantes, antibacterianas e moduladoras.

 

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