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Verificação das Propriedades Antibacteriana e Farmacológica do Óleo Essencial de Vanillosmopsis arborea (Asteraceae) Baker.

File Name:
2009-n5-nara-kelly-albuquerque-santos.pdf
File Size:1.52 MB
Date:30. Janeiro 2018

Ano: 2016

Orientando(a): Nara Kelly Albuquerque Santos

Orientador(a): Prof. Dr. José Galberto Martins da Costa

Resumo: horas de observação onde ocorre o pico da inflamação confirmando desta forma a ação antiinflamatória do óleo. No modelo comportamental (campo aberto) o óleo essencial de V. arborea reduziu o número de rearing em todas as doses usadas associada também a uma redução da atividade locomotora sugerindo desta forma uma possível atividade depressora ou sedativa deste óleo. Houve também uma diminuição do grooming típico 17 no caso de drogas ansiolíticas, sedativas ou depressoras. Para o teste de tempo de sono nossos resultados mostram que quanto à indução do sono/seg. não há diferença significante entre as doses testadas e o controle, já analisando a duração do sono/seg. podemos notar que houve um aumento em relação ao controle demonstrando efeito depressor do Sistema Nervoso Central, sedativo e hipnótico. Os resultados deste trabalho reforçam a utilização popular da planta, não apenas como antiinflamatória, mas também como analgésica, sedativa e depressora.Vanillosmopsis arborea Baker, é uma arvoreta conhecida popularmente como “candeeiro” e endêmica da biorregião do Araripe. Trata-se de uma planta que possui em seu caule óleo essencial com um elevado valor econômico devido ao alto teor de um de seus constituintes químicos, o α-bisabolol, usado em produtos dermatológicos por apresentar atividades antimicrobiana e antiinflamatória, e também por possuir baixa toxicidade. Na presente dissertação foram investigados os fitoconstituintes presentes no óleo essencial e atividades como antioxidante, antibacteriana (técnicas de difusão de disco e contato gasoso) bem como suas propriedades farmacológicas nos modelos de nocicepção e inflamação (contorções abdominais, formalina a 1% e edema de pata) e nos modelos comportamentais (campo aberto e tempo de sono induzido por pentobabital). Para a técnica de difusão de disco, o óleo essencial de V. arborea apresentou inibição de crescimento para as bactérias Proteus vulgaris, Staphylococcus aureus e Shigella flexineri - com uma inibição considerável em praticamente todas as concentrações testadas. Com a técnica do contato gasoso foi permitido observar que a tetraciclina e tobramicina foram os antibióticos que tiveram a maior interferência do óleo essencial, sendo observada, em quase todas as interações, uma interferência sinérgica, exceto contra a linhagem P. aeruginosa, enquanto que a gentamicina mostrou um efeito antagônico contra a cepa P. vulgaris. Para as análises farmacológicas, o óleo apresentou diminuição significativa do número de contorções abdominais provocadas pela injeção de ácido acético indicando um efeito antinociceptivo. Para reforçar tal resultado o óleo foi testado em outro modelo de nocicepção (formalina a 1%) e em um modelo de inflamação (edema de pata). Na 1ª fase do teste de formalina observou-se que o óleo essencial teve um efeito antinociceptivo significativo nas doses de 50 e 25 mg/Kg. E na 2ª fase o efeito se mostrou ainda mais intenso em relação ao controle nas mesmas dosagens. De acordo com os resultados do teste de edema de pata o óleo essencial da V. arborea diminuiu a capacidade da carragenina de induzir edema na pata dos camundongos em todos os tempos observados, com intensidade maior na 2ª, 3ª e 4ª

Palavras-chave: n/i

 

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